EQUIPE DE TRABALHO E DIRETORES CONSULTIVOS:

Waldecy Vale - Professora/Orientadora Pedagógica
Luís Flávio de Carvalho - Advogado/Coordenador Geral
Adalberto Conceição - Professor/Regente
Nilcirene Gomes - Secretária
Rosenilse Ferreira Vieira - Relações Públicas

ARTE - EDUCADORES:

Francioni Ribamar Ferreira - Profª de Educação Artística
Teresa Valois Pedagôga
Araildna Barroso Profª de Educação Complementar
Manoel Galdino Profº de Confecção de Instrumentos
Felipe dos Reis Soeiro Profº de Marcenaria
Ivan Costa Madeira Profº de Capoeira
Lodigério Cutrim Profº de Serralheria
Antonio Rocha Profº de Serralheria
Francisco de Araújo Pinheiro Profº de Estudo do Ritmo
Norton Correia Antropólogo/Profº da UFMA
Álvaro Roberto Antropólogo/Profº da UFMA
Ananias e Rosania Martins - Historiadores

FACILITADORES:

Adeilson Louredo dos Santos
Arquimedes Leonor Silva Araújo
Nijackson Conceição Lima
Delzimar Louredo Costa
Raimundo Timóteo Duarte Neto
Claudiana dos Santos
Cynthia Mayara Mendes Pires
Flávia Regina Martins Sousa
Jorge Luiz de Azevedo Filho
Marcos de Jesus Santana
Hermilelson Souza Leitão
Jhonatan Ramos dos Santos
Geraldo Sousa Júnior
Gonçalo Rodrigues Pereira
Denison Soares Rodrigues
Marcos França
Paulo Roberto Brasão dos Santos

ALABÊS E DANÇARINOS

Deilson Ramos, Carlos Augusto, Jorge Luiz (Cibica), Aleilson Mendes, Stefano Christian, Ribamar Mota, Marcos Reis, Geraldo Souza, Raimundo Neto, Paulo Roberto, Arquimedes Araújo, Delzimar Louredo, Marcos Santana, Flávia Regina, Jamilson, Adeilson, Jhonatan Ramos, Gonçalo, Cynthia Mayara, Dennison, Claudiana Santos, Nijackson, Jânio, Marcos França, Alessandro, Elielson, Allysson Almeida, Rose Vieira, Edlayne, Rosângela Netinha, Dina Carla, Argentina, Raimunda Ray, Joana, Zezinho, Poliana, Luana, Mirelle, Márcia Renata, Jeane, Paulo Guilhon, Estela Abreu, Adriano Gomes, Ana Lúcia, Alexandre Cutrim, Adailton, Altanisa, André Fontes, Bernarda Castro, Cícero Valério, Carlos Alberto, Eduardo Rubim, Fábio, Denilson, Diego, Daniel Barros, Jean, Deyse Carvalho, José Freire, José Antônio, Jefferson, José Marciel, Kleiber, Leile Cristina, Lucicleiton, Michael, Mauro Sidney, Márcio Rogério, Marcos Falcão, Márcio Sousa, Raimundo Juanes, Sílvia, Werberth, Josiane, José Bitencourt, Werbert Araújo, Andréia, Maria do Carmo, Adriana Araújo, Thiago, Harleilson, Cecília, Luís Ricardo, Ana Patrícia, Fabiana, Luiz Vitório,, Aline, Maxsuel, Clauber, Jaciara, Danilo Câmara, Johnne, Gilson, Francisco, Sheila, Fábio Júnior, Marcones, Charlene, Antônio Faustino, Leidiane, Cristina Palhano, Genilson, Evandro, Antônio Araújo, João Batista, Waldemar, Laércio, Adriano Souza, Emílio, José Roberto, Ana Cristina, Terezinha, Luís Eduardo, Bernardo, Elinaldo, Sebastião, Leonardo David, Gabriela, Gleiciane, Ana Paula, Girlene, Aline Mendes, Jackson, André David, Elaine, Júnior, André Francisco, Alexandre Capoeira, Hermilelson, Silky Nunes, Renê Samuel, Pedro Gabriel, Marcos Vinícius, Cristiano, Kátia, Jean Lima, Thayana, Débora Soares, Giselle, José Leomar, Zeca, Hélio, Leandro, Rafael, Eduardo Rocha, Cleuma Lúcia, Sara, Lúcia Cristina, Lídia, Taiana, Deuzelina, Kamila, Lucilene Silva, Joselma...
Homenagem póstuma a Dilenilson e a Obenilton (Palito)

Sobre Nós


Companhia Officina Affro
Grupo de Dança Como Ver
São Luís - Maranhão - Brasil

NOVAS FORMAS DE LUTAR

O Grupo de Dança Como Ver é uma Organização Não-Governamental (ONG), de natureza artístico-cultural e desportivo, sem fins lucrativos, que foi fundado em 15 de Março de 1984. Iniciou suas atividades com Ginástica Rítmica Desportiva GRD e dança de vários estilos no Colégio Universitário da Vila Palmeira, sob a direção da professora Waldecy Vale. No decorrer desses anos o Como Ver já montou e apresentou diversos espetáculos. e transformou-se num grupo de formação e qualificação profissional em arte e dança na cidade de São Luís. Os trabalhos e atividades são fundamentados em pesquisas que visam proporcionar, além do resgate histórico, o estudo minucioso da expressão e busca de novas linguagens do movimento.

O Como Ver já capacitou mais de 1.800 jovens que na sua maioria estão incluídos no mercado de trabalho espalhados nos grupos profissionais da capital e do interior, trabalhando em escolas públicas e particulares e, ainda, em academias especializadas.

Visando ampliar o seu leque de opções congregou-se a Companhia Officina Affro em julho 1994, ocasião em que inaugurou a sua sede de ensaios no bairro do Apeadouro, como também instalou o Núcleo de Cultura Officina Affro no bairro do Bequimão para desenvolver capacitações em dança afro, capoeira, percussão e confecção/uso de instrumentos musicais populares e étnicos e ainda, atividades desportivas aos jovens carentes daquela comunidade e adjacências. Crianças e adolescentes oriundos de famílias em situação de pobreza; pessoas desocupadas e candidatos a primeiro emprego.

Torna-se uma organização do movimento negro brasileiro, desenvolvendo ações sócio-afro-culturais de combate à discriminação racial, impulsionando a auto-estima e o orgulho dos afro-brasileiros, defendendo e lutando para assegurar os direitos civis e humanos das pessoas marginalizadas, que encontram-se em ânsia de igualdade e oportunidades, no Maranhão e no Brasil.

A união bem sucedida do Grupo de Dança Como Ver e da Companhia Officina Affro resultou em alternativas de preservação afro cultural ao longo dos anos, de uma árdua trajetória de persistência e determinação ao estímulo para a valorização da arte e cultura negra maranhense e brasileira.
Resultado de um harmonioso empreendimento de plasticidade onde os gestos da capoeira, as inquietações afro rítmicas e as expressões dançantes das divindades africanas, que mesclam homens e animais, deram o tom das coreografias e a concepção geral do trabalho. É a arte negra criada e recriada como qualquer outra arte que possua outras fontes de inspiração.

O Grupo Como Ver e a Companhia Officina Affro apresentaram em 1995 o espetáculo 300 anos da morte de Zumbi dos Palmares, reunindo 300 alunos, entre dançarinos e percussionistas, de 05 escolas da rede estadual de ensino.

Em 1996 promoveram o evento Canto Livre da Cultura Afro Maranhense. Em 1997 estrearam o espetáculo afro poético Questão de Consciência. Em 1998 montaram e encenaram o espetáculo Quilombo Frechal. Em junho do mesmo ano lançaram o cortejo junino Acorda Povo e em 1999 apresentaram o Bloco Carnavalesco Officina Affro com o tema-enredo Quilombo Frechal, criado com intenção de redimensionar o conhecimento ao seu trabalho e fazer-se notável os espetáculos de dança afro-primitivo que era produzido para os palcos de teatro.

Ainda em 1999, através da Fundação Sousândrade, executaram o projeto Atabaques e Batuques que visa a qualificação profissional para confecção de instrumentos percussivos da cultura popular maranhense. E no ano seguinte, o projeto Batucada Maranhense, financiados pelo Programa Capacitação Solidária, destinados a jovens de 16 a 21 anos.

No decorrer de 2001, o Batucada Maranhense, oportunizou aos facilitadores capacitados, a geração de renda, com a prestação de serviços em 07(sete) Unidades Escolares da rede estadual de ensino em São Luís do Maranhão, ministrando oficinas de ritmos que pressupõe o desenvolvimento de capacidades e habilidades percussivas de crianças e adolescentes, com base em instrumentos populares e étnicos. Onde foi atendido 600 alunos diretamente e mais de 3.000 indiretamente.

Em 2002 já se prepara para participar do Carnaval de São Luís, com o Bloco de Carnaval Officina Affro, onde irá defender o tema "Ânsia de Liberdade", em destaque a fantasia dos percussionistas: (Guerrilheiros da Cultura).

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